Nem só de Namorados é feito o dia 12…

Dia dos Namorados é legal pra quem tá acompanhado (um feliz dia pra vocês!), dia de mimimi pra quem não tem, ou um dia qualquer pra quem não tá nem aí. Pra mim, acima disso, é dia de uma comemoração mais do que emocionante.

A historinha toda é mais longa, e não cabe uma penteadeira aqui, hoje. Num ano, nesse dia, meu pai deu uma rosa vermelha pra minha mãe. E outra pra mim. No dia 12 de junho de 1992, foi assinado o documento que tornava legal o pai-filha que já éramos.

Não é todo mundo que pode escolher o pai e ser escolhida por ele, não é? Garanto: isso faz tudo ainda mais especial! =)

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O que está em outros blogs… #7

É só respeito, gente – LuluzinhaCamp
O texto da Natane fala sobre diferentes orientações sexuais e o respeito às escolhas de cada um. Mas esse texto poderia ser usado pra falar de tantos outros “mundos diferentes”… Tanta coisa está sendo considerada “fora do normal”! Segue tal religião? Não segue nenhuma? É vegetariano? É gordo? É muito magro? Parece que, seja qual for sua escolha, alguém vai tentar fazer com que você se sinta inadequado. Ninguém precisa concordar com tudo, mas custa muito respeitar?

Sobre mães, madrastas, filhos e a coragem no meio de tudo isso – Sutiã 44
O marido da Sol tem um filho do primeiro casamento. Como a mãe dele estava passando por um momento difícil, o marido da Sol propôs que o filho ficasse morando com eles. Sol aceitou e, surpreendente, a mãe do menino também. Sol fala sobre o quão difícil foi lidar com a decisão da mãe, com a impressão que teve de que ela era egoísta, relapsa, até que entendeu que era o contrário, ela estava pensando no filho. Buscando crescer profissionalmente, financeiramente e, em consequência, melhorar as condições pra mim, minha mãe mudou de estado quando eu era criança. A data da mudança era definida pelo local em que trabalhava, não por ela, e isso aconteceu no meio do ano. Durante seis meses, até que ela encontrasse uma casa em definitivo (quando mudou, ficou um tempo na casa de amigos) e eu terminasse o ano escolar (ela achou que mudar de turma, escola, cidade e ficar longe da família, no meio do ano, seria mais difícil), fiquei com meus avós. Senti saudade dela sim, mas em momento algum me senti abandonada. Talvez pela idade, tinha 9 anos, já entendia que esse período iria permitir muitas melhoras depois. Tive aqueles meses pra curtir bastante a família e amigos e me despedir. Quando cheguei na outra cidade, com uma cultura bastante diferente, estava bastante preparada, tranquila e disposta a me adaptar. Não houve nenhum trauma e até hoje tenho saudade daquele período, tanto antes quanto depois da mudança. Depois de 4 anos, já em outra cidade beeeem pequena, comecei a me incomodar com o nível precário da educação. Complementar os estudos com livros já não parecia o suficiente, e achei que não estaria preparada para um vestibular e faculdade. Dessa vez, quem pediu pra voltar pra casa dos avós fui eu, e pai e mãe concordaram. Mais uma vez, não me senti abandonada. Muito pelo contrário, me senti apoiada, e sabia que a decisão deles não tinha sido muito fácil. Bom, mas tem diferentes situações, né? A mãe do enteado da Sol, pelo que entendi, não perdeu o contato com o filho. Meus pais não perderam o contato comigo (na verdade, pagaram contas de telefone gigantes, porque eu ligava o tempo todo, fora as passagens a cada, no máximo, 6 meses). É bem diferente de um pai que, ainda que pensando no bem do filho, o deixe com outra pessoa e passe anos sem falar com ele. É bem diferente…

Espinha para se curvar – Blogueiras Feministas
Depois de um parágrafo imenso, a única coisa que consigo comentar sobre o post da Georgia é que me deixou com um nó na garganta.

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Caminhos

Aniversário, pra mim, é parecido com Ano Novo: hora de pensar o que aconteceu no último ano, o que pode ser melhorado no próximo, o que pode ser completamente esquecido, o que deve ficar como lição, o que merece ser lembrado por muito tempo.

Na semana passada, anterior ao meu aniversário, como sempre, até mesmo sem querer, pensei em tudo isso. E, em um ou outro momento (como sempre acontece!), pensei em escolhas e decisões “incorretas” e atitudes que poderiam ter sido diferentes.

Daí que, em uma conversa com a Carol, daquelas em que você fala o que nem sabia que pensava ou lembrava (é bem comum de acontecer nas conversas com ela…), me livrei dessas últimas pulguinhas que estavam incomodando. Ela falou o que, na verdade, eu sempre acreditei: Como seria se fosse diferente? Teria sido melhor? Tem certeza? Qualquer situação tem um lado bom, por mais difícil que seja! Guarda o lado bom, deixa o resto pra lá!

Poucos dias depois, como que pra confirmar, a Lili compartilha um post em que a Dani mostra um trecho escrito pela Ana Jácomo:

Tudo o que eu vivi me trouxe até aqui e sou grata a tudo, invariavelmente. Curvo meu coração em reverência a todos os mestres, espalhados pelos meus caminhos todos, vestidos de tantos jeitos, algumas vezes disfarçados de dor.

E assim, cheguei no meu aniversário leve, tranquila, em paz, feliz, deixando o dia do jeitinho que gostaria que fosse!

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O que está em outros blogs… #6

Desafio das Listas: o melhor conselho de todos os tempos – O Blogue do Janio
Você já abriu seu coração pra seu pai, sua mãe, quem você ama? Essas pessoas podem saber que você as ama, mas sabem tudo que você admira, tudo que você agradece, os momentos que você considera mais importantes?

Maravilhosamente, Marina. – Não nasci ontem
Nina fez 15 anos. Quem melhor do que a @betpin pra falar sobre a data? =)

Vale a pena… Mas nem sempre é bom… – Renata Pinheiro
Num dos outros blogs, falo sobre momentos difíceis na profissão que amo.

…Sobre Organização – Reflexões Terapêuticas
Sim, continuo tentando me organizar mais, e lendo vários posts sobre o assunto. O vídeo que a Fran mostrou podia ter sido feito comigo, nos piores dias. :P

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Atender mal pra não atender nunca mais

Não é só na internet que o atendimento não é sempre bom…

Há uns dois finais de semana, fui com minha família a Brusque, cidade próxima famosa pelas roupas com preços baixos. Tem uma loja, especificamente, que já frequento há uns dois anos. Preço muito, muito baixo, ótima qualidade e, principalmente, uma das melhores vendedoras que já conheci! Sempre divertida, ela conhecia todas as peças disponíveis. Olhava pro comprador e recomendava as peças – sempre, sempre acertava modelos que ficariam bons em mim. E, por mais que eu achasse que um tamanho não serviria, aprendi a confiar na medida dela. Depois de umas idas, aprendi a nem provar mais – se ela recomendava, era garantido!

Dessa vez, ela não estava. A loja estava cheia e as vendedoras não atendiam direito, então não consegui descobrir se só não era dia de ela trabalhar ou se não estava mais lá mesmo. A vendedora não conhecia direito os produtos, dizia que o modelo que eu pedia não existia (e eu mostrava exatamente onde estava…). Escolhi modelos parecidos com os das outras compras, mesmo tamanho, pra não arriscar. Como era o mesmo tamanho, não provei. Que erro!

Quando fui usar a primeira peça, vi que não vestia tão bem. O molde mudou, o tamanho parece um pouco menor (e tenho certeza que não engordei desde a última compra!), o tecido, as costuras, nada parece igual. Já passei algumas peças pra frente…

Pra completar, chega a fatura do cartão. A compra havia sido parcelada em 3 vezes, a compra era grande (não era só minha, e o pagamento foi feito junto). Minha mãe estranhou que o comprovante não mostrava o parcelamento e questionou na hora, mas a atendente que estava no caixa afirmou que havia parcelado. Adivinha? A fatura chegou com a cobrança em uma só parcela!

É… Essa loja saiu da minha lista de compras…

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Sabor de Infância

Docinhos

No último domingo, tivemos um churrasco em comemoração aos 15 anos da Nina, a caçula da família. De sobremesa, docinhos da Dona Salete.

Esses docinhos com suspirinhos de três cores são os melhores – ainda que dessa vez estivessem um pouco doces demais. São bonitinhos, gostosos, tem uma textura diferente… Mas o mais gostoso é o tanto de lembrança que um docinho desses traz!

Nas principais festas, quando eu era criança, minha vó ligava pra Dona Salete pra fazer a encomenda. Casamento, batizado, aniversário… Numa família grande (8 filhos e 20 e tantos netos), essas ocasiões são comuns!

Os docinhos têm gosto de vô e vó, de tios conversando e rindo, de primos brincando. De novos bebês na família, de família começando, de criança deixando de ser criança, de formatura (a minha!).

Agora, são menos crianças – quase todos adultos, menos tios e primos – tantos morando longe, menos vô e vó. Ainda assim, o docinho continua tendo seu papel nas reuniões da família, hoje diferentes, mas ainda tão gostosas quanto as de 30 anos atrás.

DocinhoFoi bom rir, foi bom comemorar o aniversário da Nina (se bem que, na verdade, é só na sexta). Foi bom ver o vô, ainda que no começo ele não tenha me reconhecido e, depois, tenha ficado surpreso por eu não ser mais criança. Depois, pra compensar, ele lembrou de uma brincadeira que fazíamos quando eu era criança e falou o que sempre gostei tanto de ouvir: Essa vai ser sempre como nossa filha. =)

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O que está em outros blogs… #5

Ahn?! – Rock’n Dazs
Não está fácil mesmo! Tem tanta coisa que não consigo entender no mundo, ao meu redor, dentro de mim…

Educar é não recorrer à violência – Escreva Lola Escreva
Um texto que traduz boa parte do que acredito sobre a educação de uma criança: bater não é a solução. Meus pais não bateram em mim nem em meus irmãos. Tudo bem que éramos crianças relativamente tranquilas mas claro que, como quaisquer crianças, aprontamos algumas. Tudo foi resolvido com muita conversa e alguns castigos (do tipo não assistir um programa de tv ou não poder sair). Acredito que não precisaram bater porque agiram antes de que isso fosse necessário, educando realmente, explicando o que era certo ou não, adequado ou não. Vejo uma grande diferença entre a criança obedecer porque entende que é o correto e obedecer por medo de apanhar…

O que muda com o reconhecimento da união estável gay – Cintices
Ainda falta melhorar muita coisa, mas adorei ver o reconhecimento da união estável gay! Seria muito melhor se fosse o reconhecimento do casamento – minha mãe, juíza de paz, adoraria também realizar esses casamentos! Só ainda não entendo porque tanta gente ser tão contra a união de gays. Olhem o gráfico, nada vai mudar pra você que é contra!

Máscara de dormir pode ajudar no seu sono – Necessárias
É verdade! Usar máscara de dormir é uma das coisas que estou fazendo, junto com uma rotinazinha que comecei, e desde então estou dormindo muito melhor! Nem uso toda noite, e muito menos pela noite toda, mas a máscara ajuda muito a pegar no sono quando o quarto não fica bem escuro. E quando é uma máscara divertida assim, é ainda mais legal. :)

 

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Dia das Mães

Desde ontem, fiquei pensando sobre o que poderia escrever sobre o dia das mães. O dia está quase acabando e continuo não conseguindo elaborar nada que me agrade. Nenhuma frase consegue mostrar o quanto a mãe é importante pra mim, muito menos o quanto a amo.

Desisto, então, de tentar escrever. Ela deve saber tudo isso. Afinal, ela sabe o momento de falar, de perguntar e o de silenciar, sempre de forma perfeita, sempre da forma que preciso mesmo sem saber. Ela sabe que, de um lado, aquele esmaltinho tem um significado enorme e, de outro, o pincelzinho significa tanto quanto o esmalte. Acho que ela sabe que, no fundo, ainda adoro que ela me mande dormir porque tenho que acordar cedo ou que pergunte se vou levar um casaquinho. =)

Porque, talvez, pra ela eu continue sendo desse tamanho pra sempre. E, pra mim, ela vai sempre ser essa super-heroína-especial-mágica-linda.

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Feminista?

Durante muitos anos (desde a adolescência, acho), me considerei feminista. Acreditava que homens e mulheres tinham os mesmos direitos e deveres, que todos deviam ajudar em casa, que todos eram iguais.

Depois, por um tempo, por circunstâncias diferentes ao redor, comecei a me perceber machista, me adaptando a um ambiente também machista. No fundo, não me sentia confortável com isso, mas não saía da situação. E, ainda que não defendesse o machismo, se me calava frente a ele, era o mesmo que defendê-lo, não?

Então, esse período acabou e me senti perdida. Afinal, que feminista eu tinha sido se deixei de ser com tanta facilidade? Foi uma escorregada ou essa era eu de verdade? Continuo não me sentindo muito confortável com a tal escorregada, mas o LuluzinhaCamp e o Blogueiras Feministas me ajudaram a me reencontrar nesse aspecto.

Além de tudo que é discutido no grupo (ainda não participo do Blogueiras Feministas) e nos blogs, um teste ajudou a tirar qualquer dúvida que eu ainda tivesse: Teste: você é feminista?, desenvolvido pela Cynthia Semíramis. Que tal fazer também?

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Atender bem para atender sempre

Não tinha uma frase assim, falada em muitos comércios? Acho que tem muito atendimento por aí precisando lembrar dela…

Costumo aproveitar as vantagens dos contatos pela internet pra tirar dúvidas, fazer perguntas, descobrir pontos-de-venda, elogiar… Mas, ultimamente, a maioria dos contatos não têm bom resultado.

Pouco antes da Páscoa, por exemplo, mandei email pra uma empresa, perguntando onde encontrar um produto na região em que moro. Responderam com o número de telefone da representante local. Tentei ligar, não atendeu. Mandei outro email e, dessa vez, a representante que respondeu. Fiz novamente a pergunta e estou esperando até agora. Perderam a venda, claro, já que seria pra Páscoa mesmo…

Outra empresa, situação parecida. Queria saber sobre pontos-de-venda e responderam que, por ser um produto novo e ainda estar em distribuição, precisavam de um tempo maior para que o produto chegasse em todos os lugares. Mas, salientaram, eu poderia ligar para o 0800. Enfim, blablabla e não esclareceram nada. Se perguntei, era exatamente porque ainda não tinha o produto nas lojas que costumo frequentar – mas podia ter em algum outro lugar perto, né?

E o formulário de contato que preenchi, falando sobre o produto que não funcionou? Nem estava reclamando ou pedindo pra trocar, só estava comunicando à empresa sobre a falha! Até hoje, nenhuma resposta…

Infelizmente, as situações assim estão ganhando das vezes em que consigo uma resposta que ajude mesmo… Nem espero que sempre consigam resolver ou que sempre tenham a resposta, mas sinto que poderiam se esforçar mais e ser mais atenciosos… Se é pra não tentar resolver, pra que ter contato pela internet então?

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