O que está em outros blogs… #13

O aniversário do menino – O Blogue do Jânio
E tem quem não ligue pra essas pequenas grandes surpresas…

Filhos de Chocadeira – O Blogue do Janio
E por falar em pequenas grandes coisas, tenho visto com frequência que as pessoas pararam de prestar atenção nos outros. Não sei se as pessoas deixam defazer gentilezas ou socorrer quem precisa por má vontade, de propósito. Mas me parece que estão todos tão ensimesmados andando por aí que simplesmente não vêem que o outro também pode precisar de algo. Talvez isso explique a falta de gentileza no trânsito, nas ruas, no trabalho…

Incontida – Meu Olhar Caleidoscópio
“Não sei ser contida, discreta. Brigo em voz alta, rio em voz alta, sinto em voz alta.”
O contrário de mim… Enquanto outros estão gargalhando, estou só sorrindo. Outros brigam, eu só faço cara de insatisfeita. Em um período recente, isso foi ainda pior. Ficava pensando em como pode ser melhor ser incontida, como no texto da Renata Fagundes… Agora, tenho me surpreendido com o som do meu riso, cada vez mais frequente. Me surpreendo e, por dentro, sorrio ainda mais. :)

Tweets fora de lugar – Duas Fridas
A Helê tem insights pra posts durante o banho. Ah, então não sou só eu! Enquanto a água cai, “escrevo” posts inteiros, com direito a subtítulos e imagens. Desligo o chuveiro e o post some pelo ralo… E ainda tem a versão carro: no trajeto até o trabalho (uma hora) ou de volta pra casa (por volta de uma hora e meia) acontece a mesma coisa. Posts inteiros surgem, e desaparecem ainda mais rápido quando estaciono. E os blogs continuam sem novos posts…

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A Palavra de 2012

Não costumo fazer listas de resoluções de ano novo – ao menos não as escrevo, ou paro um momento para decidir todas as resoluções de uma só vez. As poucas que percebo que escolhi são esquecidas já nos primeiros dias do ano, assim como acontece com várias pessoas que conheço. Então, pra que fazer uma lista? :P

Mas li o post da Nospheratt falando sobre escolher uma palavra para o ano. Depois li o post da Denise Rangel sobre o mesmo assunto. E no fim, assistindo um episódio antigo de Grey’s Anatomy O.o, senti qual seria minha palavra pra 2012.

Fazer. Talvez não seja a palavra certa – se bem que a Nosphie falou que não tem certo e errado :) . Pensei em trocar pra ação mas não caiu bem, é fazer mesmo. Juntar os planos, ideias, vontades, tudo que apareceu em 2011, e colocar tudo em prática. Fazer, não pensar. Ou, como disse a Izzie :Pto become doer. =)

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Que venha um ano ainda melhor!

Fim de ano, sabe como é… Quase todo mundo começa a analisar o que passou e tentar decidir se foi um ano positivo ou não.

Esse ano, pra mim, teve semestres totalmente diferentes. O primeiro foi quase uma revisão de 2010. Pensei que no ano passado tinha aprendido diversas lições mas, ao me ver repetindo situações, aprendi ainda mais – dessa vez, ufa, em definitivo. Foi um semestre pra entender o que eu queria, quem eu queria ser, lidar com sonhos abandonados há tantos anos e voltar a sonhá-los. Foi o semestre de entender de verdade o que tinha feito de errado, por que e de me desculpar (comigo mesma) por isso.

E então veio o segundo semestre! Tantas novidades, tantos sonhos se realizando de repente, abrindo espaço pra novos planos e projetos! Profissão nova, nunca antes pensada, mas que me encantou! Foi um semestre absurdamente feliz!

Ok, foi cansativo também. O tempo gasto na BR e o tempo perdido em filas acabaram com qualquer energia que eu pudesse ter esse ano. Os blogs sofreram, foram raros os posts nos últimos meses.

Mas compensou! Foi, sim, um ano positivo! Vejo muita gente querendo que 2011 acabe de uma vez. Eu, ao contrário, o “aguentaria” por mais um tempo, sem reclamar! Não foi um ano cor-de-rosa, algumas situações difíceis estão sendo levadas pra 2012. Mas foi um ano em que fiquei feliz comigo de uma forma que não acontecia há muito, muito tempo.

Então, que venha 2012, e que seja ainda melhor!

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Alguns Natais atrás…

Eu sei como teriam sido esses últimos dias. Ela teria pedido pra Debora comprar os presentes de Natal – afinal, sempre falou que a Debora tinha muito bom gosto ao escolher. Mas depois pensaria em lembrancinhas para outras pessoas e pediria para eu ir ao shopping. Eu aproveitaria pra comprar o presente dela, um quebra-cabeça, se conseguisse encontrar um que ela ainda não tivesse.

Ela faria uma lista de compras enorme e eu pediria pelo site do supermercado. Depois, ela lembraria de vários itens, e eu iria ao mercado comprar, porque não daria tempo de fazer outro pedido pela internet.

Todos faríamos as mesmas brincadeiras de sempre sobre o encontro das Metralhas. O pastelão de camarão da Santina e a torta salgada teriam aquele sabor de infância e de comemorações que se repetiriam pra sempre.

Ela iria pedir pra tirar fotos, as adorava. E iria tentar tirar umas sozinha, que ficariam desfocadas ou com cabeças cortadas. E colocaria em um porta-retrato as da Eloise e do Gustavo.

Talvez eu também levasse uma florzinha pra ela, o que eu tinha começado a fazer há pouco tempo. Agora essa é a única parte que posso fazer, mas ela não vai mais falar “ah, que bonitinha”.

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Eu queria tanto ter contado pra ela quando fui chamada pro trabalho novo. Ela teria ficado tão, tão feliz. Teria me incentivado tanto, ficado tão orgulhosa, contado pra todo mundo. E depois perguntaria sobre meus “coleguinhas”. Queria que ela tivesse vindo conhecer o apartamento. Ela iria ignorar o piso manchado, a pintura mal feita, o vidro rachado e teria falado que ele é muito legal – sim, ela falava legal. Eu queria tanto que ela soubesse o quanto estou feliz, o quanto tenho me divertido, o quanto tenho me cuidado. Talvez ela nem fizesse comentário nenhum sobre isso, mas do jeito dela me mostraria o quanto isso também a fazia feliz.

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Puxa, vó, que saudade.

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Cof cof

Alguém empresta um espanador pra tirar a poeira e as teias de aranha dos meus blogs? Devo uma explicação do meu sumiço, né? Ah, mas se você me seguisse no Twitter ou no Facebook já estaria sabendo o que aconteceu…

Então foi assim: estava trabalhando em Biguaçu como fisioterapeuta do NASF, contratada pela prefeitura, quando fui convocada para assumir em uma vaga de um concurso que eu nem lembrava de ter feito em 2009. E assim, em resumo, agora trabalho na Coordenadoria de Tecnologia e Informação do Ministério Público de Santa Catarina, em Florianópolis. Pois é, não atuo mais como fisioterapeuta. E o que, a princípio, me deixou um tanto triste e preocupada, se mostrou uma mudança incrível e absurdamente feliz!

Bom, isso foi um resumo bem resumido. Smiley mostrando a língua Nesse meio tempo, tive quase um mês de férias pra descansar da estrada e me preparar pra outra fase de dirigir mais ainda. Durante um mês e meio, enquanto ainda morava em Itapema, estava muito cansada e estressada com tanta estrada (ainda mais que agora estava dirigindo à noite) e, o pior, com tanta fila que pegava. Um trajeto de menos de uma hora estava sendo feito em 1:30, 1:40, até duas horas. Por mais satisfeita que estivesse com o trabalho, foi um período bem cansativo, sem tempo pra nada e com muito choro a cada fila inesperada…

Depois, a procura por um apartamento foi mais difícil do que imaginava. Um não tinha garagem, o outro tinha mas era trancada. Um era longe do trabalho, o outro era perto mas caro. Depois encontrei um como queria, perto suficiente pra ir trabalhar a pé, com garagem destrancada, condomínio seguro, preço razoável, mas foram algumas semanas até dar tudo certo com o proprietário e a imobiliária.

GVT faltando no dia da instalação (2 vezes). Orçamentos solicitados e não entregues, serviços marcados e não feitos… Mas agora está tudo mais do que certo, quase perfeito! Há duas semanas comecei a morar em Florianópolis de vez, estou pertinho do trabalho, tudo do jeito que queria ha tanto tempo.

E, assim, os blogs estão de volta! \o/

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O que está em outros blogs… #12

Mágica do cartão de crédito e do parcelamento! – Hora de Mudar
A Ziula fala que “Utilizar cartão de crédito é fantástico, fácil, rápido, desde que saibamos  (…) ter um controle absoluto dos gastos para poder quitar a fatura do cartão sem parcelamento.” Sabe criança que acha que o cartão é como dinheiro infinito? Pois é. Por mais que eu procure controlar, fazer orçamento e tal, tenho uma tendência gigante a me perder com cartão de crédito. Não, eu não sei usá-lo direito; acabo errando por causa de alguma daquelas compras “preciso disso já” (e claro que não preciso com tanta urgência assim). Por isso, temporariamente, estou deixando os cartões em casa, até que aprenda a usar decentemente…

A História da Minha Vida – ou – O Cachorro Me Mordeu – Chá de Hortelã
Foram muitas, muitas mordidas… Esse é mais um daqueles posts que chegam a fazer doer um pouquinho, por me reconhecer tanto no texto. Mas é bom, também, ler e reconhecer o quanto aprendi a não deixar mais que aconteça!

E quando o machismo vem da mulher? – Blogueiras Feministas
Já falei que tive uma fase com atitudes machistas, mesmo não concordando (no fundo, bem escondido) com elas. Venho procurando repensar essas atitudes, para que não voltem a acontecer, e presto mais atenção ao que acontece ao meu redor. Isso tem feito com que eu perceba machismo onde não via – principalmente, sim, vindo de mulheres. Algumas brincadeiras deixaram de ter graça, piadas passaram a soar como agressão… Não quero ser mais uma mulher machista…

Eu e Grey’s Anatomy – Só Seriados de TV
Não sou daquelas fãs desesperadas, que gritam e choram quando vêem seu ídolo ou qualquer coisa relacionada a ele. Desde a infância, claro, fui fã de muita gente, mas nada demais. Hoje, gosto de muita coisa, mas com ainda menos intensidade. A não ser, talvez, por Grey’s Anatomy. A série me envolve tanto, me encanta tanto, que me deixa ansiosa pelo retorno da temporada, que me faz chorar no season finale não só pela história mas (um pouquinho) porque vou sentir falta, que me faz querer ter camiseta, caneca, bottom e tudo mais com as citações deles! Por isso, achei o texto da Simone tão, tão lindo!!

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O que está em outros blogs… #11

Sem medo de ser – Cintices
Então não sou a única que seleciona as músicas pra ouvir no carro assim? Nada como cantar – desafinada – enquanto dirige! Espanta sono, melhora humor, faz rir… Não é à toa que, se não estou com a minha seleção, só ouço o Discorama – garantia de músicas que me divertem.

Amor à primeira vista – Reino d’almofada
O encantamento da menininha com o gato é fofo demais, a paciência do gato (fora no primeiro momento) é fofo demais, a vontade de ter um gato de novo é grande demais!

Novas lentes – Blogueiras Feministas
Ainda se acha que ser feminista é não ser feminina, menosprezar o homem e outros clichês tão enganados. O texto mostra que feminismo é “apenas” buscar a igualdade. Mas é tão difícil… Ainda estou tentando melhorar, deixar de ficar quieta quando vejo injustiças.

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Um bom pai

Uma vez, tive um diálogo mais ou menos assim:

- (…) Mas eu dei um cachorro de pelúcia enorme, maior do que ela!
- E daí? Presente caro não é tudo…
- O que é ser um bom pai então?

E então, comecei a dar diversos exemplos do que, pra mim, mostrava que um pai era bom:

Mesmo não morando na mesma cidade, ele sabe qual o meu lençol preferido, e faz questão de que esteja na cama sempre que vou pra lá. Ele sabe qual meu iogurte preferido, e sempre tem um pro meu primeiro café da manhã em casa. Ele sabe o jogo que eu adoro, e consegue uma versão mais nova pra fazer surpresa quando eu ligar o computador. Ele sabe não só a série em que estudo, mas também a turma. Ele sabe me proteger, estando perto ou não.

Faz tempo isso… Hoje, faria uma lista bem maior e ainda mais importante.

Um bom pai sabe que às vezes nem precisa falar nada, só dar um abraço. Vai até a porta e dá aquelas recomendações de sempre. Se precisar, dá bronca como se você ainda tivesse 10 anos. Mas faz aquelas brincadeiras que, mesmo depois de 20 anos, ainda fazem você rir. Acompanha você em qualquer programa e ainda tem toda a paciência do mundo pra fazer mil fotos e combinações de roupas. Respeita as decisões, mesmo não achando que sejam as melhores. E espera de braços abertos quando você percebe que a decisão era errada mesmo. Apóia o tempo todo. E ama o tempo todo.

Feliz dia dos pais, pai!

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Bailinho do Topete Dançante

Dirigir às 6:30 da manhã, com céu nublado ou antes de o sol nascer e o céu clarear, é uma guerra contra o sono. No verão, é só abrir o vidro, pegar um ventinho e pronto. No inverno, carro fechado, aquecimento ligado, imagina a vontade de dormir…

Nesse período, só música salva… Enchi um pen drive com músicas não muito lentas e deixei no carro, mas já estava cansada delas e começaram a não fazer muito efeito.  Tentei o rádio e achei o programa Discorama, na Atlântida, entre 6 e 7 horas. Com músicas dos anos 70, 80 e 90, daquelas mais famosinhas, velhas conhecidas, cheias de lembranças da infância, adolescência e faculdade, o sono vai embora.

Mas, dentro do programa, ainda descobri que tem uma parte mais divertida. O Bailinho do Topete Dançante é formado por três músicas mais agitadinhas, bem no fim da primeira edição do Discorama. Não se reprima, Footloose, Não quero dinheiro são algumas das músicas que aparecem nessa parte. Com essa, não só o sono passa como a animação vem com tudo e, enfim, o espírito da sexta aparece!

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O que está em outros blogs… #10

Solidão Viciante – Dia de Folga
Perfeito! Apesar de não ser exatamente o que acontece agora, é o que pretendo pra breve. Pra outros, parece triste, parece errado. Não é não, pra alguns pode ser muito bom!

Brigadeiro de queijo – Jujuba Gourmet
Adorei ver a Sabrina fazendo o brigadeiro de queijo. Quando eu tinha uns 11 anos, minha vó descobriu essa receita. Sempre que eu comentava sobre ela com alguém, a pessoa fazia uma cara de nojinho… É bom, gente! :)

 O Mulo – Chá de Hortelã
Acontecimentos dos últimos dois ou três anos viraram um grande Mulo. Não soube lidar com ele e andava me sentindo bem culpada por isso. Passei muito tempo sem saber como recomeçar, como encontrar novos planos, novos sonhos. O texto da Liliana está ajudando a resolver as últimas dificuldades que ainda ficaram…

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